{"id":92,"date":"2012-02-21T21:48:49","date_gmt":"2012-02-21T21:48:49","guid":{"rendered":"https:\/\/siamtravelmap.com\/essas\/?page_id=92"},"modified":"2016-11-10T02:26:39","modified_gmt":"2016-11-10T01:26:39","slug":"impactos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apreis.eu\/essas\/impactos\/","title":{"rendered":"Impactos econ\u00f4micos e Internacionais"},"content":{"rendered":"<h3><\/h3>\n<h3 align=\"center\"><strong><span style=\"font-size: 12pt;\">As coletividades regionais<\/span><\/strong><br \/>\n<strong><span style=\"font-size: 10pt;\">Territ\u00f3rios\u00a0globais\u00a0de\u00a0inicitaivas\u00a0civis e institucionais cooperativas decentralizadas\u00a0<\/span><\/strong><br \/>\n<strong><span style=\"font-size: 12pt;\">Para a sustentabilidade \u00a0da economia\u00a0Mundial<\/span><\/strong><\/h3>\n<h3 align=\"center\"><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A globaliza\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica transforma as comunidades locais globalizadas e multiculturais, em muitas formas e em diferentes graus. O imperativo da sustentabilidade,\u00a0<em>que se apresenta nas dire\u00e7\u00f5es principais das autoridades locais,\u00a0<\/em>\u00a0e \u00a0a obriga\u00e7\u00e3o da competitividade,\u00a0<em>que incentiva o territ\u00f3rio a se tornar o chefe de seu pr\u00f3prio desenvolvimento<\/em>,\u00a0incitam\u00a0os\u00a0Estados a localizar\u00a0as\u00a0pol\u00edticas p\u00fablicas\u00a0e\u00a0convidam os\u00a0actores\u00a0civis\u00a0a participar\u00a0no desenvolvimento\u00a0local.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto em\u00a0Europa,\u00a0embora\u00a0 o\u00a0<em>\u00ab\u00a0Tratado de Lisboa\u00a0\u00bb<\/em>\u00a0afirma, em seus escritos de 2007, o princ\u00edpio fundamental da \u00ab\u00a0autonomia local\u00a0\u00bb e que\u00a0as iniciativas\u00a0das autoridades locais\u00a0 em favor do desenvolvimento sustent\u00e1vel t\u00eam mais impacto do que as medidas tomadas por v\u00e1rios Estados,\u00a0aqueles\u00a0n\u00e3o introduziram o ator local no processo inicial das negocia\u00e7\u00f5es da Confer\u00eancia Internacional sobre Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica de Copenhague em 2009 e de Canc\u00fan em 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"> A\u00a0situa\u00e7\u00e3o\u00a0\u00e9\u00a0ainda mais\u00a0paradoxal\u00a0na\u00a0Europa,\u00a0que os fundos comunit\u00e1rios\u00a0 destinados \u00e0 pol\u00edtica de coes\u00e3o territorial e de competitividade serem o maior item de despesa da Uni\u00e3o Europeia e que\u00a0as autoridades locais implementarem cerca de dois ter\u00e7os da legisla\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e\u00a085% dos investimentos em sustentabilidade ambiental s\u00e3o feito pelas autoridades locais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Como articular sustentabilidade local,\u00a0<em>que s\u00f3 faz sentido na sustentabilidade global<\/em>, competitividade local,\u00a0<em>que exige sinergias intersectoriais<\/em>, solidariedade social,\u00a0<em>que requer uma escala nacional que regulariza e enquadra<\/em>, sistema econ\u00f3mico mundial de distribui\u00e7\u00e3o espacial das atividades, do emprego e da renda,\u00a0<em>que recomp\u00f5em os atores, as fronteiras, os setores e os mercados,<\/em>\u00a0e as multiculturais sociais,\u00a0<em>que introduz a cultural e a intercultural como o quarto componente do desenvolvimento sustent\u00e1vel<\/em>,\u00a0no intuito de permitir ao local\u00a0 de atuar nas rela\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas e internacionais da sustentabilidade global da economia mundial?<\/span><\/p>\n<p>A sustentabilidade, pela solidariedade que ela exige em sua constru\u00e7\u00e3o, n\u00e3o pode ser um conceito territorial. Ent\u00e3o, como e em qual base (re) territorializar este conceito hol\u00edstico? Tal \u00e9 a quest\u00e3o fundamental que deve ser resolvido em suas pr\u00e1ticas o desenvolvimento de um territ\u00f3rio. A resposta \u00e9 insepar\u00e1vel do reconhecimento de um bem p\u00fablico global,\u00a0<em>incluindo a biodiversidade natural e cultural<\/em>,\u00a0<em>o conhecimento e os direitos humanos<\/em>. O acordo assinado no Encontro de Canc\u00fan, que permite as regi\u00f5es de participar n\u00e3o mais como observadores locais das negocia\u00e7\u00f5es internacionais mas agora como atores globais, d\u00e1 sentido e dire\u00e7\u00e3o \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o da sustentabilidade pelo local e para \u00a0a sustentabilidade global<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/ole\/Desktop\/essas\/programa%20ESSAS-Detalhes.pt.doc#_ftn4\">[1]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O princ\u00edpio da autonomia do desenvolvimento local deve ent\u00e3o inscrever o projeto de sustentabilidade local no quadro do projeto intercultural mundial de sustentabilidade global. Este princ\u00edpio deve ajudar a reequilibrar os dois p\u00f3los dominantes da racionalidade econ\u00f3mica (Mercado, Estado) pelo desenvolvimento de uma racionalidade econ\u00f3mica\u00a0local favorecendo o princ\u00edpio da reciprocidade, a regra de proximidade, as estrat\u00e9gias cooperativas e os deveres individuais de responsabilidade social, que s\u00e3o o tanto de condi\u00e7\u00f5es de sustentabilidade do desenvolvimento local.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O processo de autonomia requer n\u00e3o s\u00f3 o reconhecimento institucional do ator civil nos modos de governan\u00e7a local, mas tamb\u00e9m a valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho colaborativo e interativo das comunidades,\u00a0<em>virtuais ou f\u00edsicos<\/em>,\u00a0<em>formais ou informais<\/em>, forjados pelos atores da sociedade civil, atrav\u00e9s de suas interac\u00e7\u00f5es locais, nacionais e mundiais no campo de praticas do desenvolvimento, da coopera\u00e7\u00e3o internacional, do di\u00e1logo intercultural, da prote\u00e7\u00e3o ambiental, do conhecimento, das solidariedades e dos regula\u00e7\u00e3oes\u00a0\u00a0locais da economia mundial.<\/span><\/p>\n<p>Esses modos de fazer se distinguem, do local ao global,\u00a0 das racionalidades, conjugados ou conflituosos, realizado pela dupla Estado \u2013 Mercado cuja coer\u00eancia n\u00e3o se encontre nas margens da din\u00e2mica local, de per\u00edcia civil, da coopera\u00e7\u00e3o e do valor do trabalho, mas nas estruturas desterritorializadas do mundial e desconcentrada do centro. O desenvolvimento local, que \u00e9 ao centro das rela\u00e7\u00f5es entre os diferentes atores, agindo sobre, para e no territ\u00f3rio, n\u00e3o pode fazer a sustentabilidade local depende de racionalidades que regulariam o desenvolvimento sob as rela\u00e7\u00f5es de for\u00e7as entre os Estados ou sob as rivalidades que estruturam os mercados mundiais. Um territ\u00f3rio n\u00e3o \u00e9 tanto territ\u00f3rio de direito que territ\u00f3rio de projetos que fazem sentido para as popula\u00e7\u00f5es locais e que permitem a sustentabilidade local e global. O territ\u00f3rio\u00a0 representa assim bem outro que uma simples escala ou uma alternativa \u00e0 globaliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;\"> Ele representa um conjunto de intera\u00e7\u00f5es entre todos os atores,\u00a0<em>dentro e fora dos muros<\/em>, uma constru\u00e7\u00e3o social e cultural que n\u00e3o se contenta, no campo econ\u00f3mico, em valorizar os recursos locais. A constru\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica local erguida no mundial, coopera na prote\u00e7ao do bem p\u00fablico global e articula o econ\u00f3mico ao social e ao cultural, todos estes lugares onde se joga o futuro da sustentabilidade global e ent\u00e3o do futuro do local, lugares onde se evitam duas problem\u00e1ticas sim\u00e9tricas : considerar o territ\u00f3rio como um mero reflexo do mundo global ou levar-lo \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de retirar-se em si proprio.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;\"> Enfatizar que a sustentabilidade local \u00e9 tamb\u00e9m uma forma de organiza\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o da sustentabilidade global, deve lconduzir a identifica\u00e7\u00e3o de suas estruturas, suas din\u00e2micas, seus projetos e seus atores para que o verdadeiro grau de autonomia do local em suas escolhas de desenvolvimento possa encontrar uma parte de seu significado na regula\u00e7\u00e3o descentralizada da sustentabilidade global da economia mundial.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;\"> Para tornar o desenvolvimento sustent\u00e1vel em prioridade local, que s\u00f3 faz sentido na sustentabilidade global, o agente local deve prestar aten\u00e7\u00e3o nas iniciativas que produzem sinergias informacional, dinamicas civis e estrat\u00e9gias cooperativas que permitem de introduzir o desenvolvimento sustent\u00e1vel em pratica.<\/span><\/p>\n<p>O modo de articula\u00e7\u00e3o entre sociedade civil e interven\u00e7\u00e3o institucional deve visualizar menos nomear as iniciativas dos atores civis do que \u00e0 liberar as energias empreendedoras do local, fazer emergir din\u00e2micas locais comuns e colocar lhes em sinergia sobre os territ\u00f3rios de projetos,\u00a0<em>intra ou extra-muros<\/em>, que articulam sustentabilidade local e sustentabilidade global. As tecnologias sociais e as estruturas econ\u00f4micas civis de habitantes trabalhando para o povo s\u00e3o essenciais para a cria\u00e7\u00e3o, a organiza\u00e7\u00e3o e a valoriza\u00e7\u00e3o de forma aut\u00f3noma e com o menor custo global dos recursos locais e \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o local, passo a passo, de uma economia global mais viavel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ancorar o global ao desenvolvimento local e articular o local ao global faz parte das tarefas do desenvolvimento sustent\u00e1vel local. As novas tarefas de desenvolvimento sustent\u00e1vel, que exige a introdu\u00e7\u00e3o de praticas decisionais horizontais e federativas, por projeto compartilhado, objetivos comuns e meios coordenados, fazem ent\u00e3o do territ\u00f3rio bem melhor que uma simples adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 mundializa\u00e7\u00e3o. Eles requerem, primeiramente, mais conex\u00f5es,\u00a0<em>internas e externas<\/em>, do que trabalho,\u00a0<em>privado ou\u00a0 p\u00fablico<\/em>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ao permitir o reequil\u00edbrio dos dois p\u00f3los dominantes da racionalidade economica (Estado, Mercado), os contornos desenhados a partir deste terceiro p\u00f3lo da racionalidade econ\u00f4mica, a economia solid\u00e1ria, n\u00e3o \u00e9 uma economia para \u00ab\u00a0pobres\u00a0\u00bb e ela n\u00e3o se reduz apenas \u00e0 \u00fanica questao do emprego. Em \u00faltima an\u00e1lise, o desenvolvimento deste conjunto de racionalidade econ\u00f4mica, que inclui a autonomia interna, responsabilidade social, cria\u00e7ao civil e novas conex\u00f5es sociais, tanto a n\u00edvel local como em n\u00edvel mundial, oferecera \u00e0 seus atores o poder de contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, locais e globais, mais equilibrada e consistente. Ela vai aumentar o poder de influ\u00eancia do ator local e do ator civil que melhoram a prote\u00e7ao da natureza, o respeito da diversidade cultural, os direitos humanos e o bem estar das popula\u00e7\u00f5es, cujo depende a sustentabilidade da economia e que deve ser seu objetivo.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;\"> Nem desprovida do \u00ab\u00a0espitiro de empreendedor\u00a0\u00bb nem desprovido de esp\u00edrito de risco, a economia social contribui para a efici\u00eancia econ\u00f4mica e social dos modos de organiza\u00e7ao local e dos modos de regula\u00e7\u00e3o\u00a0 nacional na Am\u00e9rica Latina, incluindo Brasil onde est\u00e1 presente localmente em v\u00e1rios campos de atividade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ao integrar a protec\u00e7\u00e3o ambiental e a tecnologia da informa\u00e7\u00e3o, a economia solidaria pode fornecer uma parte de uma estrat\u00e9gia local de desenvolvimento \u00a0combinando auto-desenvolvimento local e territorializa\u00e7ao da \u00a0sustentabilidade. Esta economia,\u00a0<em>associada com a implementa\u00e7\u00e3o de uma economia das eco ligacoes locais [2],\u00a0<\/em>\u00e9 um dos componentes \u00a0principais de um sistema que permite\u00a0 uma regula\u00e7\u00e3o\u00a0descentralizada da sustentabilidade da economia global, da esta sustentabilidade que, \u00a0afirmando \u00a0a exist\u00eancia de um bem publico global, globaliza os desenvolvimentos e decompartimentaliza as identidades locais.<\/span><\/p>\n<p>Para mostrar a import\u00e2ncia do impacto \u00a0do programa ESSAS \u00e9 necess\u00e1rio dar resposta a esta importante quest\u00e3o: a sustentabilidade n\u00e3o sendo um conceito territorial, como e sobre qual base (re) territorializar o conceito hol\u00edstico de sustentabilidade? : Pensando no local como territ\u00f3rio de iniciativas e de projetos, preservando a autonomia do seu desenvolvimento, articulando a sustentabilidade local para a\u00a0sustentabilidade global [3]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ou associando prote\u00e7\u00e3o ambiental, competitividade e inclus\u00e3o social, os la\u00e7os de coopera\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel requer o desenvolvimento de um p\u00f3lo de racionalidade econ\u00f3mica, envolvendo reciprocidade, coopera\u00e7\u00e3o, responsabilidade e proximidade. Estes liga\u00e7oes reatualizam, portanto, a economia solid\u00e1ria. Esta se exprime n\u00e3o por um interesse em espa\u00e7os indeterminados, de modo impessoal e por delega\u00e7\u00e3o do Estado, mas por um compromisso contributivo localizado. N\u00e3o se destina a maximizar o lucro, o produto material ou o controle, mas para responder as especificas necessidades econ\u00f3micas e sociais diretas e localizada, forjar rela\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas que permitem comodidade e contribuir para a protec\u00e7\u00e3o de um territ\u00f3rio da vida.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Focando na integra\u00e7\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o ambiental e dos sistemas de informa\u00e7\u00e3o na economia social, o programa ESSAS pode destacar a efici\u00eancia local e o interesse nacional dos agentes de uma economia que participa na coes\u00e3o social na Am\u00e9rica do Sul, e especialmente no Brasil, e pode identificar as atividades que desenham as comunidades locais globais. Localizadas, mas interligados local, nacional e global, eles s\u00e3o capazes de agir para a sustentabilidade global e sua implementa\u00e7\u00e3o pelo local.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Atrav\u00e9s da inova\u00e7\u00e3o, este p\u00f3lo de racionalidade econ\u00f3mica vai dar aos seus atores o poder de contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, locais e globais, mais equilibradas e consistentes. Ele vai aumentar o poder de influ\u00eancia do ator local e do ator civil mundial sobre os agentes da economia de mercado para que estes adotem comportamentos mais \u00e9ticos e respons\u00e1veis.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Consequentemente, este programa faz a comunidade regional francesa (Conseil R\u00e9gional d\u2019 Ile de France) que ele finance,\u00a0\u00a0 um actor da regula\u00e7\u00e3o descentralizada da sustentabilidade da economia mundial. Apoiando o desenvolvimento mundial do p\u00f3lo de economia solid\u00e1rio, esta comunidade regional permite a sustentabilidade de dar\u00a0 um sentido e uma direc\u00e7\u00e3o \u00e0 mundializa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica :\u00a0 territorializar do desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Articulando\u00a0sustentabilidade local\u00a0e\u00a0sustentabilidade global,\u00a0o\u00a0programa\u00a0ESSAS\u00a0convida\u00a0assim\u00a0as colectividades\u00a0locais a considerar-se\u00a0\u00a0como\u00a0actores\u00a0de\u00a0territ\u00f3rios de\u00a0projectos\u00a0locais sustentaveis sobre os seus \u00a0territ\u00f3rios e\u00a0como actores\u00a0de\u00a0um territorio global\u00a0de\u00a0iniciativas cooperativas\u00a0locais sustentaveis.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As coletividades regionais Territ\u00f3rios\u00a0globais\u00a0de\u00a0inicitaivas\u00a0civis e institucionais cooperativas decentralizadas\u00a0 Para a sustentabilidade \u00a0da economia\u00a0Mundial A globaliza\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica transforma as comunidades locais globalizadas e multiculturais, em muitas formas e em diferentes graus. 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